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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Como Calcular a Distância que um Raio Caiu de Você?


O raio é uma fonte de inspiração para uns, mas um fenômeno que aterroriza muitas outras pessoas, pelo fato de ser praticamente instantâneo, no porto de visto clássico. Mas hoje já existem alguns equipamentos capazes de evitar os estragos que um raio provoca, um exemplo é os pára-raios.
Para a felicidade daqueles que tem medo, e dos curiosos, é possível calcular a distância que um raio caiu, de forma rápida e prática, assim podemos evitar surpresas e nos proteger caso ele esteja muito perto.
O som é uma onda mecânica e necessita de um meio para se propagar, sua velocidade varia de acordo com a temperatura e umidade relativa do ar, mas essa variação é pouca.A 28 graus Celsius e 70% de umidade relativa, essa velocidade é de aproximadamente 348m/s.
A partir do momento em que o raio caiu você calcula o tempo que ouviu o trovão (o som do raio), multiplique esse valor por 348 e terá a distância, em metros, que o raio caiu.
d = t x 348
d = distancia em metros;
t = tempo em segundo;
Por exemplo, se, ao ver um raio, você ouve o relâmpago depois de 5 segundos, então o raio caiu a 1740 metros.
Se preferir, você pode dividir o tempo por 3, nesse caso a distancia encontrada será em quilômetros. O erro do seu calculo será um pouco maior, mas, para quem está na rua tentando fugir da chuva e se proteger do raio, considero esse um calculo mais rápido de fazer.
Tome cuidado se o tempo entre o raio e o relâmpago for menor que 3 segundos, pois o raio estará caindo perigosamente perto de você.

Fonte: http://curiofisica.com.br/ciencia/como-calcular-a-distancia-que-um-raio-caiu-de-voce

Como Funciona os Scanners?



Os scanners têm por função digitalizar um arquivo. Esta tecnologia esta presente em vários lugares e de vários tipos, como: scanners de mesa, scanners de pagina, scanners de mão, entre outros, mas não é isso que nos interessa no momento. O que estamos tentando saber é: como funcionam os scanners?
Quando colocamos uma imagem ou texto, por exemplo, em um scanner, um complexo sistema de lâmpadas, espelhos e lentes são responsáveis pela formação de uma imagem sobre o um filtro contido dentro do scanner.
Primeiramente a lâmpada ilumina o documento, desta forma o documento é refletido em um espelho em ângulo para outro espelho (dependendo do scanner pode ter até três espelhos), de forma que o ultimo espelho reflete a imagem em uma lente que é focada em um sensor de captura.
O principal componente de um scanner é o dispositivo de carga acoplado CCD, este é um sensor que captura as imagens que estão sendo digitalizadas. O CCD é uma placa com pequenos diodos que convertem os fótons emitidos pela reflexão da luz do arquivo a ser digitalizando em cargas elétricas. Quanto maior for o brilho, maior será o acumulo de carga elétrica acumulado em um ponto dessa placa.
Daí por diante, tudo ocorre por meio de um programa chamado reconhecimento óptico de caracteres ORC que captura a imagem ou texto que esta refletida no CCD e converte as informações para a linguagem de um software e envia para o computador.
Desta forma o scanner lê o bitmap (mapa de bits) gerado e vai reconhecendo cada caractere, cada espaço em branco, cada parágrafo, coluna, áreas e assim por diante. Pronto! Ai esta seu documento digitalizado!

Fonte: http://curiofisica.com.br/ciencia/fisica/como-funciona-os-scanners

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Plasma ou LCD : qual escolher?

As duas são finas e têm ótima definição:tamanho e preço pesam na decisão
A TV de plasma ou de cristal líquido (LCD, de Liquid Cristal Display)? Até há pouco, a escolha era simples: o plasma servia para telas maiores (mais de 42 polegadas) e o LCD, para as menores. Só que já é possível produzir telas de LCD maiores. No Brasil, os displays de plasma têm 42 polegadas ou mais; os de LCD, de 17 a 40 polegadas.
Embora pareçam semelhantes, há uma grande diferença no processo de formação da imagem. As telas de plasma possuem um gás que, ao passar por um processo de ionização, assume o estado de plasma, também conhecido como o quarto estado da matéria. O plasma gera então raios ultravioleta, que atingem a superfície externa da tela, formando a imagem.
Já as TVs de LCD têm uma lâmpada de luz branca (também chamada de backlight), cuja luminosidade é filtrada pelos cristais líquidos da tela, como no caso dos monitores de LCD de computadores. As TVs de LCD são mais leves que as de plasma e consomem menos energia. Há quem diga que o LCD é uma tecnologia mais promissora, que tende a substituir o plasma. A Sony já decidiu que apostará suas fichas no LCD. Já Philips, Samsung e LG apostam nas duas tecnologias.
Por enquanto, as telas de plasma são mais baratas do que as de LCD de dimensões equivalentes. Há várias TVs de plasma de 42 polegadas na faixa de R$ 9.999, com resolução de 852 x 480 pixels (ou 480 linhas horizontais). As imagens são de boa qualidade, mas, a rigor, não podem ser consideradas de alta definição, pois para isso teriam que ter resolução de 720 linhas horizontais. Existem displays de plasma com alta definição à venda, mas custam mais caro.
Por R$ 9.999 é possível comprar TVs de LCD, mas com 32 polegadas. A resolução dessas telas já é de alta definição. “As TVs de LCD podem até parecer mais caras, mas estão realmente prontas para a TV de alta definição (HDTV)”, diz Rogério Molina, da Samsung.
Outra questão é a durabilidade. Como ambas as tecnologias são relativamente novas, não há absoluta certeza de quanto tempo dura uma TV de plasma ou de LCD.
Mas os fabricantes garantem cerca de 60 mil horas. “As primeiras gerações de telas de plasma tinham uma vida útil muito aquém do desejado. Mas atualmente o patamar de durabilidade de uma TV de 40 a 50 polegadas está na casa de 60 mil horas, enquanto TVs com 60 polegadas duram cerca de 45 mil horas”, diz Fernanda Summa, da LG.
Tanto o plasma como o LCD podem ter pixels mortos (dead pixels), um problema que acontece quando pontos digitais da tela deixam de funcionar. Para verificar se há pontos defeituosos, deve-se analisar a tela com uma imagem totalmente branca ou preta. Um número elevado de pixels mortos prejudica a homogeneidade da imagem exibida.
No caso dos displays de plasma, há ainda o problema de latência de imagem, ou “burn-in”, que acontece quando uma imagem exibida por muito tempo acaba marcando a tela. Para amenizar o problema, os fabricantes desenvolveram novas soluções. “Cada fabricante tem sua versão desse tipo de sistema.
Nas TVs de plasma da LG, usamos a tecnologia Orbiter, que gera uma vibração imperceptível na tela, evitando o problema de burn-in”, afirma Fernanda Summa. Algumas telas de LCD apresentavam rastros na imagem em cenas muito rápidas, os chamados “fantasmas”.
“Isso acontecia porque o tempo de resposta das telas de LCD era de 50 milissegundos. Hoje, está em torno de 8 milissegundos”, afirma Molina, da Samsung.
http://www.link.estadao.com.br/index.cfm?id_conteudo=5801

Fonte: http://www.fisica.net/aplicada/eletronica/plasma_ou_lcd_qual_escolher.php

ELETRICIDADE NA ATMOSFERA DA TERRA

O potencial elétrico da Terra
A Terra é um grande condutor esférico eletrizado negativamente com carga avaliada em 580kC (-580 quilocoulombs = -580.000 C). Seu raio é de aproximadamente 6.400 km. Se a considerarmos isolada no universo e calcularmos o seu potencial próprio V, obteremos:

(em relação a um referencial no infinito).
No entanto, o potencial resultante na Terra sofre influência das car­gas elétricas dos corpos celestes vizinhos. As cargas elétricas separa­das por fatores humanos praticamente não produzem efeitos sensíveis sobre o potencial da Terra.
Para o homem, a Terra se comporta como um padrão invariável de potencial elétrico e, por isso, pode ser adotada como referencial de potencial.
Comumente, costuma se adotar o potencial da Terra igual a ZERO.
No interior de um Laboratório, quando um corpo possui potencial de +2kV em relação à Terra, eqüivale a dizer que ele tem 2kV acima do potencial da Terra.
Se ligarmos um corpo condutor eletrizado negativamente à Terra, haverá escoamento de elétrons deste para ela , até que a sua car­ga elétrica se anule.

A explicação é simples: o corpo eletrizado negativamente tem potencial negativo em relação à Terra. Devido à ddp, elétrons fluirão pelo fio terra, no sentido do menor para o major potencial. Quando o condutor se neutralizar, o seu potencial se igualará ao da Terra.
Por outro lado, se ligarmos à Terra um corpo eletrizado positivamente, haverá subida de elétrons desta para ele, até que se neutralize o corpo.

As ligações à Terra são muito usadas para proteger o homem con­tra o perigo de um choque elétrico ou mesmo uma descarga elétrica Por exemplo: um pára-raios é sempre aterrado, assim como um chuveiro elétrico, uma torneira elétrica, uma máquina de lavar roupas. Toda vez que ligamos à Terra uma armadura metálica garantimos que o seu potencial elétrico se anula.
Eletricidade na atmosfera
Num dia comum, de atmosfera calma, a partir da superfície terres­tre, nas proximidades desta e no sentido ascendente, o potencial elétrico aumenta na razão de aproximadamente 100 V por metro. Este fato nos permite concluir que existe um campo elétrico produzido pela Terra de intensidade E=100 V/m, orientado para baixo. 0 vetor campo elétrico voltado para a superfície ter­restre significa que nesta se distri­buem cargas elétricas negativas.

A presença de uma pessoa modifica a distribuição das superfícies eqüipotenciais conforme mostra a figura. 0 corpo humano é um condutor relativamente bom de tal modo que ele e a superfície terrestre formam uma superfície eqüipotencial. Assim, se a altura da pessoa for 1,80 m entre seus cabelos a seus pés, não existirá uma ddp de 180 V como se poderia imaginar.

Devido a existência de radiações de materiais radioativos, radiações ultravioleta a raios cósmicos, a atmosfera apresenta íons positivos e negativos.
O campo elétrico terrestre movimenta estes íons. Os íons positivos deslocam se no sentido do campo a atingem a superfície terrestre, na razão aproximadamente de 1.800 C por segundo. A carga da Terra, sendo negativa a avaliada em 580 000 C, com a chegada de 1.800 C/s (1800 A) , se neutralizaria em poucos minutos. Mas existe uma outra fonte de cargas negativas que atingem a Terra, mantendo sua carga negativa: são os tem­porais violentos com seus raios.
Estimativas mostram que caem cerca de 100 raios por segundo no planeta, transportando aproximadamente 1.800 C/s.
Experiências realizadas com na­ves e balões mostram que as nuvens de tempestades (responsáveis pelos raios) apresentam, geralmente, car­gas elétricas positivas na parte supe­rior e negativas na inferior.

Formação dos raios
As cargas positivas estão entre 6 e 7 km de altura, enquanto que as negativas, entre 3 e 4 km. A diferença de potencial entre a parte negativa da nuvem e a Terra varia entre 10 MV e 1 GV.
Para que uma descarga elétrica (raio) tenha início não há neces­sidade que o campo elétrico atinja a rigidez dielétrica do ar (3 MV/m), mas se aproxime dela (10 kV/m são suficientes).
0 fenômeno inicia se com uma primeira etapa: uma descarga piloto, de pouca luminosidade, na forma de árvore invertida, da nuvem para a Terra . Ela vai ionizando o ar.

Uma vez que a descarga piloto atinja o solo, tem início uma segun­da etapa: a descarga principal. Ela é de grande luminosidade, dirigida da Terra para a nuvem, tem velocidade da ordem de 30 000 km/s e a ela está associada uma corrente elétrica de intensidade variando entre 10 kA e 200kA. A descarga principal segue, aproximadamente, o caminho da descarga piloto que ionizou o ar. Normalmente, quando se menciona um raio, referimo nos à descarga principal. A ação destruidora dos raios deve se à elevada corrente da descarga principal. Ela provoca aquecimento (chegando às vezes ter conseqüência explosiva ou incen­diária) e efeitos dinâmicos devido à rápida expansão da massa de ar.
0 efeito luminoso do raio é denominado relâmpago e o efeito so­noro, que resulta do forte aquecimento do ar originando sua rápida expansão, é denominado trovão.
Há raios não só entre uma nuvem e a Terra, mas entre nuvens e entre as partes de uma mesma nuvem.
O pára-raios
0 objetivo principal de um pára raios é proteger uma certa região ou edifício ou residência, ou semelhante, da ação danosa de um raio. Estabelece se com ele um percurso seguro, da descarga principal, entre a Terra e a nuvem.
Um pára raios consta essencialmente de uma haste rnetálica dispos­ta verticalmente na parte mais alta do edifício a proteger. A extremidade superior da haste termina em várias pontas e a inferior é ligada à Terra através de um cabo metálico que é introduzido profundamente no terreno.

Quando uma nuvem eletrizada passa nas proximidades do pára-raios, ela induz neste cargas de sinal contrário. 0 campo elétrico nas vi­zinhanças das pontas torna se tão intenso que ioniza o ar e força a descarga elétrica através do pára-raios, que proporciona ao raio um caminho seguro até a Terra.




A cor do céu!!

Desde criança estamos tão habituados à cor azul do céu que nunca nos perguntamos a causa. Vemos o Sol, e é fácil imaginar-se os raios que chegam a nossos olhos procedentes dele. Vemos as sombras das árvores e dos edifícios e é fácil também representar-se os raios solares que marcam as bordas da sombra. Porém no céu, onde não existem esses indicadores, é fácil esquecer-se que os raios diretos do Sol atravessam também cada milímetro cúbico da atmosfera onde estamos mirando.
O céu parece mais azul quando está limpo de poeira e fumaça, como acontece muitas vezes após uma chuva. É também muito transparente, porém não perfeitamente transparente. As moléculas de ar representam pequenos obstáculos para a livre passagem da luz. Podemos imaginar que parte desta luz reflete nos obstáculos moleculares em todas as direções ou, em outras palavras, parte da luz incidente que procede do Sol é dispersada pelas moléculas. Porém, baseando-se em raciocínio matemático, nos quais não entraremos aqui, a luz de comprimento maior (vermelho) é dispersada muito mais que a de comprimento menor (azul), de modo que o extremo azul do espectro é mais dispersado que o vermelho. Deste modo, onde quer que miremos no céu, vemos a luz azul que foi dispersada da luz solar branca que o atravessa.
As partículas grandes tais como a poeira e as gotículas de água que formam nas nuvens, enormemente maiores que as moléculas do ar, possuem muito pouco efeito seletivo e refletem ou dispersam todas as cores quase por igual. Assim, as nuvens são brancas, e quando a atmosfera está empoeirada, o céu azul pode estar confundido com o branco geral da luz do firmamento.
Está dispersão seletiva do extremo azul do espectro tem efeito sobre a luz que chega diretamente a nossos olhos. Ao meio-dia, quando o Sol está muito próximo do zênite, parece ser amarelada em lugar de branca. Isto se deve, naturalmente, ao fato da luz azul ter sido difundida lateralmente durante o percurso da luz através da atmosfera situada sobre nossas cabeças. Ao pôr-do-sol este efeito se apresenta de modo mais saliente. Quando o Sol está próximo do horizonte, seus raios precisam atravessar muito mais atmosfera para chegar a nós. Maior quantidade da componente azul se dispersa para fora da visão direta; se as condições atmosféricas são adequadas, o pôr-do-sol pode parecer avermelhado.

sábado, 23 de outubro de 2010

O ENIGMA DA FÍSICA: RESOLVA SE PUDER!!

Você está pilotando um carro e mantém uma velocidade constante. Do seu lado esquerdo encontra-se um cisne enorme. Do lado direito um grande abismo, que faz você perder até a coragem de olhar para o lado.

À sua frente galopa um cavalo, que é bem mais alto do que o teu carro, e você não consegue ultrapassá-lo. Atrás de você vem um avião quase rente ao chão.

Tanto o cavalo, o cisne e o avião mantêm uma velocidade idêntica à sua. O que você faz para sair desta situação em segurança?

Lembre-se: você está em velocidade constante.

Pense um pouco...
A resposta está mais abaixo...
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TEM CERTEZA? PENSE MAIS...
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REFLITA. VOCÊ PODE MORRER!!!
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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Trabalho 2º E.M.B

1. Um forno de microondas fornece 150 cal/s durante 80s para 350g de água, que está inicialmente a 40°C (c = 1,0 cal/g.°C). Considerando que toda a energia fornecida pelo forno é usada para aquecimento da água, qual é a temperatura final da água?

2. Uma fonte térmica fornece calor à razão de 30 cal/min. Um corpo é aquecido nessa fonte durante 45 minutos e sua temperatura, então, sobe de 30°C para 130°C. Desprezando as perdas de calor para o ambiente, determine a quantidade de calor recebida pelo corpo e sua capacidade térmica.

3. Uma peça de metal (c = 0,030 cal/g.°C) de massa 550 g está à temperatura de 120°C. É então colocada em 300 g de água (c = 1,0 cal/g.°C) a 20°C. Admitindo que não há perdas de calor a considerar, qual a temperatura final de equilíbrio térmico?

4. Misturamos 1 litro de água a 30°C com 2 litro de água a 50 °C. Desprezando as perdas para o ambiente, qual será a temperatura de equilíbrio?

5. Um bloco de massa m1 e calor específico c1, à temperatura θ1, é posto em contato com um bloco de outro material, com massa, calor específico e temperatura, respectivamente, 2m1, c2 e θ2. Depois de estabelecido o equilíbrio térmico entre os dois blocos, sendo c1 e c2 constantes e supondo que as trocas de calor com o resto do universo sejam desprezíveis, a temperatura final deverá ser igual a?

6. Um bloco de vidro de massa 100g está inicialmente a 20°C. Sabe-se que o calor específico do vidro é de 0,20 cal/g.°C. Determine:
a. A capacidade térmica do bloco;
b. A quantidade de calor necessária para elevar a temperatura do bloco até 60°C;